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Medicina alternativa é recomendada para hérnia de disco ao invés da cirurgia

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O aumento de cirurgias de hérnia de disco preocupa especialistas. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 5,4 milhões de brasileiros sofrem de hérnia de disco. A lesão sofrida pelos discos que compõem a coluna vertebral é causada por fatores hereditários e ocupacionais, desde traumas, esforços repetitivos, esportes traumáticos até o excesso de atividades físicas favorecem o aparecimento. Por isso, é importante que o paciente entenda os sintomas, busque as causas, e inicie o tratamento para evitar um procedimento cirúrgico.

Técnicas da medicina alternativa como a quiropraxia ajudam muito no tratamento da hérnia, através de técnicas manuais apropriadas que corrigem os desalinhamentos na coluna vertebral, buscando restabelecer a função normal da área atingida, devolvendo o movimento e diminuindo a inflamação.

Segundo o especialista em Quiropraxia pela Universidade de Cleveland, Dr. Plinio Barreto, do MDX Medical Center, o paciente deve logo mapear a dor. “O importante é encontrar fatores desencadeantes até a crise passar, geralmente de 1 a 3 meses, já que aquela hérnia vai murchar, ou ressecar, porque é composta de 80% de água”, diz.

Além disso, é preciso diagnosticar os fatores físicos e psicológicos que possam aumentar os sintomas. Sem contar que pessoas com idade avançada desenvolvem hérnias de disco naturalmente, já que a lesão faz parte do envelhecimento, assim como rugas e cabelo branco.

O especialista acredita que por ser a solução mais invasiva, a cirurgia é sempre a última opção para evitar as dores da hérnia. De cada 10 pessoas, sete têm hérnias de disco. Dessas sete, somente três ou quatro tem os sintomas.

A faixa estaria com maior incidência da doença é dos 20 aos 50 anos, sendo mais comum por volta dos 40 anos, idade que mais se opera nos EUA e no Brasil. Casos em que a dor crônica está progredindo, sem melhoras, com perda de força nos braços ou pernas, perda do controle urinário e de evacuação, é imprescindível uma avaliação neurológico-cirúrgica imediata.

Na opinião do Dr. Plínio, uma hérnia de disco grande não é sinal para uma operação. “Apesar de já ter visto casos sem sintomas neurológicos recomendados para a cirurgia, essa é uma solução recomendada em situações extremas”.

Existem tratamentos adequados para a pequena, media e grande lesão degenerativa, chamadas de abaulamento, protrusão e hérnia. Cada etapa é tratada de uma maneira, já que os pacientes respondem diferentemente.

Quanto maior a hérnia, maior a rapidez de regressão. Quanto mais conhecidos os fatores desencadeantes, menor é a possibilidade de crises ou reincidências.

fonte: O Dia

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